A borboleta-laranja enamorou-se do
o vento.
Ele a castigava.
Empurrava-a contra as crateras-labirintos
feitas, pacientemente, pelas formigas.
Ela resistia.
Inerme como uma boca
pintada com as cores do último verão.
Existe sempre uma coisa Ausente - Caio F.
Há 18 anos

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